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O que eu aprendi sobre a minha prática clínica?

  • Foto do escritor: Natacha Barbosa
    Natacha Barbosa
  • 27 de mar.
  • 1 min de leitura

Cada pessoa tem sua história, seus medos e suas dificuldades. Cada ser humano tem em si um universo particular, que exige paciência, tempo e acolhimento. Não basta ter milhares de estratégias e técnicas para ajudar alguém. Precisamos de mais: precisamos de empatia, de compreensão e de atenção total na escuta.


São esses princípios que levo comigo para a prática clínica. Sempre busco escutar meus pacientes com total atenção, para entender o que, naquela história, foi tão difícil que a fez chegar até mim.


Todas as pessoas possuem algum tipo de trauma, algumas dificuldades e, principalmente, medo. Crescemos em uma sociedade que nos ensina que o medo e a punição nos fazem produzir. Precisava ser assim? Não. Poderíamos aprender e mudar através do amor, mas a verdade é que, na vida, as coisas geralmente não acontecem dessa maneira. E tudo bem.

Nunca é tarde para mudar, iniciar um novo projeto ou aprender novas habilidades. O desejo de ser alguém diferente transforma nossa experiência nos momentos de dificuldade.


E esse é o ponto principal: “O que eu quero para mim? O que pode me ajudar agora para que eu consiga chegar onde quero?”


Precisamos ter clareza sobre o que buscamos — e esse é o primeiro passo: o autoconhecimento.


Portanto, se tudo está confuso, difícil ou angustiante, o primeiro passo é fazer essas perguntas. No começo, a dificuldade pode aparecer, pois, no sofrimento, a clareza mental foge de nós. Mas essas reflexões podem nos ajudar a começar.


E começar já é o suficiente para dar início à jornada de transformação.

 
 
 

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